Jornal ACOMARCA

sábado, 23 de abril de 2022

BONINAL COMEMORA HOJE SEUS 60 ANOS DE LIBERDADE POLÍTICA



 Antigamente chamava-se Fréve, devido o movimento intenso de gente arranchada na beira do rio Cochó e o vai e vem de tropas carregando mercadorias. Depois passou a chamar-se Sumidouro, pois este mesmo rio, em certo ponto desaparecia numa grande mata. No século XX , trocou o nome para Vila do Guarani. Na década de 1940 foi denominado de Boninal, que significa campo de Bonina (Mirabilis Jalapa), uma flor perfumada de beleza singular.    
   

Tudo começou nos meados do século XVII, quando teve início a colonização da região, numa expansão descontrolada e silenciosa, fazendo chegar levas de homens imbuídos de ambição. Foram descobertas as grandes jazidas de ouro na região, quando surgiu o primeiro arraial, recebendo a denominação de Bom Jesus dos Limões (hoje Piatã), pertencente na época ao município que hoje conhecemos como Rio de Contas.

No final do século XVII já era visível o progresso do arraial. O ouro da serra atraia cada vez mais os aventureiros e bandeirantes, que saiam de São Paulo e vinham em busca de riquezas, juntando-se a tropeiros de todos os cantos, saíram em busca dos núcleos diamantíferos, pois a notícia da existência deles já havia se espalhado. Começaram então a andar pelas margens dos rios, quando se formou próximo ao Rio Cochó um pequeno povoado que inicialmente recebeu o nome de “Freve”, em consequência de um povo que aqui morava e que provocava muitas brigas e bagunças, daí o nome, que certamente devia ser proveniente de fervor.

Tudo começou nos meados do século XVII, quando teve início a colonização da região, numa expansão descontrolada e silenciosa, fazendo chegar levas de homens imbuídos de ambição. Foram descobertas as grandes jazidas de ouro na região, quando surgiu o primeiro arraial, recebendo a denominação de Bom Jesus dos Limões (hoje Piatã), pertencente na época ao município que hoje conhecemos como Rio de Contas.

No final do século XVII já era visível o progresso do arraial. O ouro da serra atraia cada vez mais os aventureiros e bandeirantes, que saiam de São Paulo e vinham em busca de riquezas, juntando-se a tropeiros de todos os cantos, saíram em busca dos núcleos diamantíferos, pois a notícia da existência deles já havia se espalhado. Começaram então a andar pelas margens dos rios, quando se formou próximo ao Rio Cochó um pequeno povoado que inicialmente recebeu o nome de “Freve”, em consequência de um povo que aqui morava e que provocava muitas brigas e bagunças, daí o nome, que certamente devia ser proveniente de fervor.

Em meados do século XIX, chegava pelas redondezas o ainda jovem José de Souza Guedes, vindo da cidade de Barra, na Bahia, para comerciar nas regiões das Lavras Diamantinas, aqui chegando passou a residir e depois de um determinado tempo mudou o nome do lugar para Sumidouro, em virtude do rio que era muito bonito e que em um determinado local, espécie de pântano, desaparecia de vista, daí o nome, proveniente de sumir.

O Sr. Guedes era um homem de negócios, dono de tropas, pois tinha naquela época uma quantidade muito grande de cavalos e burros que serviam como meio de transporte.

Após alguns anos de residência neste local, foi agraciado com a designação de intendente nesta localidade, para dirigir e administrar como se fosse um prefeito, recebendo também a patente de Coronel.  

O topônimo de Sumidouro permaneceu até 05 de junho de 1915, quando por força da Lei Estadual número 1078 o arraial foi elevado a categoria de vila, recebendo o nome de Guarani, governada por José de Souza Guedes. Vários intendentes que tinham mandato de dois anos a governaram, entre estes estão: Cândido Marques, Manoel Gonçalves de Araújo e Otacílio Paiva.

Com a decadência da "Febre do Ouro e do Diamante" o município de Guarani teve sua extinção através do Decreto Estadual 1947 de 08 de julho de 1931 que também determinou que fosse anexado a Bom Jesus (Piatã). O arraial Guarani, muda mais uma vez de nome, em 1944, passa a ser Boninal, devido ao fato de na região haver em abundância uma flor denominada Bonina.

A reestruturação do município de Boninal acabou por acontecer em 23 de abril de 1962 pela Lei Estadual número 1688, tendo a instalação ocorrido em 07 de abril de 1963, quando tomou posse o primeiro prefeito, Elísio Paiva que governou até 1967, de lá pra cá foram prefeitos: Edivaldo Marques Neves, José de Souza Pinto, Elísio Paiva pelo segundo mandato, depois novamente José de Souza Pinto, Armênio Paiva, Eutrópio Pereira Rocha, Wilson Cunha, dois mandatos seguidos de Ezequiel Paiva, Aurélio Fagundes de Souza, Raimundo Eudes Paiva, Vitor Oliveira Paiva, novamente Aurélio Fagundes de Souza em seu segundo mandato e atualmente a primeira mulher prefeita de Boninal, Celeste Augusta Araújo Paiva.

 

 

 


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