Jornal ACOMARCA
quarta-feira, 28 de outubro de 2026
BONINAL: Câmara Municipal esclarece sobre a eleição para escolha da nova Mesa diretora, entre outros assuntos
Com o encerramento das eleições presidenciais de 2026, que consagraram a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, o foco do cenário político brasileiro, agora se volta para as articulações no Congresso Nacional e nas Câmaras Municipais. A Câmara dos Deputados, o Senado Federal e as Câmaras Municipais, começam a se preparar para as eleições das suas Mesas Diretoras.
Exatamente. Após a conclusão das
eleições presidenciais que aconteceram no ultimo dia 25, os holofotes da política
nacional começam a se voltar para as articulações locais. As Câmaras Municipais
de todo o país estão abrindo e intensificando o processo de votação para as
Mesas Diretoras do biênio 2027-2028.
Assim como as demais câmaras
municipais de todo o Brasil, a Casa Legislativa do município de Boninal, na Chapada
Diamantina, também se prepara para escolher a nova mesa diretora. O dia exato
da votação ainda não foi definido, embora possa acontecer a partir de outubro, conforme determina a
Lei Orgânica do Município e o Regimento Interno da Câmara, o prazo é estipulado até a ultima sessão do primeiro biênio, ou seja, dezembro vindouro.
Embora ainda nada oficial, a
eleição da câmara vai entrar na agenda dos vereadores boninalenses ate meados de dezembro. Os vereadores Toia, que já teve a frente da presidência
da casa, Zezinho e Dim, são os edis que tem demonstrado vontade de presidir a Câmara
Municipal no próximo biênio, cabe agora, a cada um deles trabalhar para viabilizar suas candidaturas.
Lembrando, somente duas chapas podem ser oficializadas, devido a insuficiência de
parlamentares para mais chapas.
A atual Mesa Diretora deseja a
todos uma excelente eleição. “Esperamos que fazemos uma boa escolha e que a nova gestão assuma este
compromisso com o mesmo senso de responsabilidade, trabalhando continuamente
para promover o bem-estar e melhorar, cada vez mais, a vida de toda a nossa
população”.
A Câmara de Boninal comunica a
toda população que sessão ordinária que seria realizada nesta terca-feira (27/10),
e que votaria um projeto do executivo, foi cancelada, devido as fortes chuvas
que atingiram o município, causando quedas de energia e dificuldades de locomoção dos vereadores e
populares.
Diante da situação e priorizando a segurança
de todos, a Presidência da Casa optou pelo cancelamento da sessão. Ficando para
a próxima sessão a acontecer na terça-feira 03/11 a realização dos trabalhos e votação do projeto.
As Sessões da Câmara Municipal de
Boninal acontecem sempre ás terças-feiras a partir das 19:horas. É
muito importante a participação da população que podem acompanhar as Sessão
presencialmente no plenário da Câmara, ou através da internet, com transmissão
ao vivo pelo Facebook.
segunda-feira, 26 de outubro de 2026
PIATÃ: Corpo de homem desaparecido é encontrado em propriedade rural próximo a cidade
Conhecido como Pelé, morador do Bairro da Tangara, Antônio Aparecido de Jesus, de 55 anos, que
estava desaparecido desde o ultimo dia 12 de outubro, acusado de um suposto
estupro, foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (26/10), na
localidade do Tijuco, na cidade de Piatã, na Chapada Diamantina, na Bahia.
Segundo as informações iniciais, o corpo foi localizado em
uma propriedade rural, suspenso por uma corda presa a uma árvore.
A Polícia foi acionada e realizou os primeiros levantamentos
no local. Em seguida, o corpo foi encaminhado para o IML em Irecê, onde passará
por exames periciais que poderão auxiliar na investigação das circunstâncias da
morte, que aparentemente indica se tratar de suicídio.
O caso esta sendo apurado pelas autoridades competentes
MUNDO: Lula venceu em 62 países; Flávio Bolsonaro, em 38: MAPA mostra como foi a eleição no exterior
O presidente Lula (PT) foi reeleito no domingo (25) e
terminou o segundo turno da eleição presidencial na liderança entre os
brasileiros que vivem no exterior. Flávio Bolsonaro (PL) ficou em segundo
lugar.
Ao todo, Lula foi o mais votado em 62 países e territórios,
enquanto Flávio liderou em 38. Na comparação com o primeiro turno, o candidato
do PL virou o resultado em três países e três cidades, enquanto o petista
passou à frente em dois países e sete cidades.
A votação no exterior foi organizada em 186 cidades de 134
países e territórios, incluindo a Guiana Francesa.
Mais de 916 mil brasileiros estavam aptos a votar no
exterior, mas apenas 381.443 compareceram às urnas.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a abstenção foi
de 58,37%. Apesar do índice, cerca de 40 mil eleitores a mais votaram no
segundo turno em comparação com o primeiro.
Ao todo, 9.762 eleitores votaram nulo ou em branco.
Veja o placar no exterior:
Lula (PT): 200.154 votos (53,86%)
Flávio Bolsonaro (PL): 171.497 (46,14%)
Na comparação com o segundo turno de 2022, Lula recebeu
47.249 votos a mais no exterior. Na disputa contra Jair Bolsonaro (PL), o
petista havia obtido 152.905 votos (51,28%), contra 145.264 (48,72%) do então
presidente.
Confira a seguir como foi a votação por região.
América
Mais de um terço dos votos válidos no exterior se concentrou
na América. Flávio Bolsonaro foi o mais votado na região, com 75.678 votos
(56,44%), contra 58.409 de Lula (43,56%).
O resultado positivo para Flávio foi puxado principalmente
pelos Estados Unidos, onde o senador recebeu 53.718 votos, ante 32.023 do
petista.
Flávio venceu em 19 países e territórios da região, enquanto
Lula liderou em oito.
Os Estados Unidos foram o principal reduto de Flávio no
exterior. Ele recebeu 53.718 votos no país (62,65%).
O senador também teve vantagem expressiva no Paraguai, onde
recebeu 4.542 votos (86,60%), seis vezes mais que Lula.
Lula foi o mais votado em países como Argentina (68,77%), Chile
(53,76%) e Uruguai (52,42%). No Canadá, recebeu 15.776 votos (64,98%), quase o
dobro dos votos de Flávio.
Em Cuba, Lula registrou o maior percentual de votos válidos
entre os brasileiros no exterior: 97,73%.
Na comparação com o primeiro turno, houve virada na Costa
Rica e na Venezuela, onde Flávio passou à frente. Já no México e na Guiana
Francesa, Lula foi o mais votado. As mudanças também apareceram em cidades.
Lula virou o placar em Passos de Los Libres e Mendoza, na
Argentina; em La Paz, na Bolívia; em Nova York, nos Estados Unidos; em Caiena,
na Guiana Francesa; e na Cidade do México.
Flávio venceu em São José, na Costa Rica, e em Caracas, na
Venezuela.
Em quatro países onde havia urnas, nenhum eleitor
compareceu: Antígua e Barbuda, Barbados, Belize e Santa Lúcia.
Os dados da América não incluem os votos registrados no
Brasil.
Europa
Lula foi o candidato mais votado na Europa e venceu em 25
países. O presidente recebeu 120.314 votos (67,12%), mais que o dobro dos
58.930 (32,88%) de Flávio. A região concentrou quase metade dos votos válidos
registrados no exterior.
Portugal foi o país onde Lula recebeu mais votos: 34.319
(59,42%), contra 23.433 (40,58%) de Flávio.
Alemanha (79,09%), Espanha (68,42%), França (83,96%), Reino
Unido (63,34%) e Itália (59,99%) também contribuíram para a vantagem do petista
no continente.
Assim como no primeiro turno, Flávio venceu em apenas dois
países europeus: Grécia (54,95%) e Ucrânia (84,21%).
Nenhum eleitor compareceu às urnas na Albânia e na Bósnia e
Herzegovina.
Ásia e Oceania
Flávio Bolsonaro foi o mais votado na Ásia, com 32.669 votos
(69,76%), contra 14.160 de Lula (30,24%). Apesar da vantagem no total de votos,
os dois empataram no número de países em que venceram: 14 cada.
O Japão foi o principal responsável pela vantagem de Flávio
na região. O senador recebeu 28.538 votos (80,08%) no país, enquanto Lula teve
7.098 (19,92%).
Além do Japão, Flávio venceu em países como Israel, Emirados
Árabes Unidos, Catar e Filipinas.
No Nepal, o senador recebeu 92,31% dos votos válidos, o
maior percentual obtido por ele no exterior.
Lula foi o mais votado em países como China, Coreia do Sul,
Jordânia, Líbano e Palestina.
A Malásia foi um dos países onde houve virada entre os
turnos, com vitória de Flávio. Já em Nova Délhi, na Índia, Lula venceu após uma
virada na cidade.
Em dez países asiáticos, nenhum eleitor compareceu às urnas.
Entre eles estão Armênia, Azerbaijão, Cazaquistão, Iraque e Paquistão.
Na Oceania, Lula foi o mais votado nos dois países com
urnas. O petista recebeu 6.435 votos (64,34%), contra 3.566 (35,66%) de Flávio.
Na Austrália, Lula teve 6.017 votos (63,46%), enquanto
Flávio recebeu 3.465 (36,54%).
Na Nova Zelândia, o petista recebeu 418 votos (80,54%),
contra 101 (19,46%) do senador.
África
A África foi a região com o menor número de votos
registrados para os dois candidatos. Lula recebeu 836 votos e Flávio Bolsonaro,
654. O petista venceu em 13 países, enquanto o senador liderou em três.
Lula foi o mais votado em países como Angola (58,60%),
Marrocos (83,78%), Nigéria (86,49%) e Senegal (72,84%).
Flávio venceu na África do Sul (57,92%), Guiné-Bissau
(53,66%) e em Moçambique (52,00%).
A Guiné-Bissau havia registrado empate no primeiro turno. Na
votação de domingo, Flávio terminou na liderança com uma vantagem de apenas
três votos.
Na Líbia, nenhum eleitor compareceu às urnas no segundo
turno. No primeiro, Lula havia sido o mais votado no país, com apenas dois
votos.
Em 17 países africanos, nenhum eleitor compareceu às urnas.
Entre eles estão Camarões, Etiópia e Zimbábue.
ACOMARCA com informações e redação base G1
ELEIÇÕES: Flávio contestou resultado; presidente do TSE confirmou vitória de Lula
No primeiro pronunciamento de Flávio após a confirmação da
vitória de Lula pelo TSE, o candidato derrotado criticou a decisão de Zanin,
disse que não reconhecia o resultado e afirmou que recorreria à Justiça para
tentar anular as eleições.
“É inexplicável ter acontecido o que aconteceu. Inclusive,
nas palavras de algum ministro aí que a própria imprensa publicou, as eleições
deveriam ter sido anuladas nas condições que as coisas aconteceram nesse
momento. E o que eu tenho que falar aqui agora é que é impossível, é impossível
reconhecer o resultado das eleições no contexto como essas coisas aconteceram.
Nós vamos usar o nosso jurídico, vamos pedir a anulação dessas eleições”,
afirmou o senador.
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, confirmou o
resultado das eleições presidenciais e informou que telefonou para os dois
candidatos ao final da apuração.
Nunes Marques também explicou que as urnas já encerradas não
poderiam ser reabertas e que o tribunal bloqueou o recebimento dos boletins de
urna durante a interrupção.
“Como a decisão foi proferida após as 17h, milhares de urnas
no Brasil já estavam encerradas e a sua programação impede a reabertura.
Tivemos que promover o bloqueio do recebimento dos Boletins de Urna a fim de
assegurar absoluta segurança que as informações nele constantes não fossem de
conhecimento nem do próprio TSE”, afirmou.
Segundo o ministro, a equipe técnica conseguiu contornar as
dificuldades e retomar a apuração. No pronunciamento, ele reconheceu a vitória
de Lula e declarou ter segurança no processo eleitoral.
ELEIÇÔES: 35 mil votos foram registrados após as 17h; vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro no Brasil foi de 4,4 milhões
Campanhas de Lula e de Flávio pediram prorrogação da votação
após relatos de falta de ônibus e de chuvas pelo país. Candidato derrotado
disse não reconhecer resultado; Kassio Nunes Marques, presidente do TSE,
confirmou vitória de Lula e afirmou ter segurança no processo eleitoral.
Flávio Bolsonaro diz que vai pedir anulação do resultado das
eleições
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que 35.521
votos foram registrados após as 17 horas de domingo (25), no horário de
Brasília, no segundo turno da eleição presidencial. Lula (PT) foi reeleito com
uma virada inédita ao obter 51,79% dos votos e derrotar o senador Flávio
Bolsonaro (PL), que ficou com 48,21%.
A vantagem de Lula foi de 4,4 milhões de votos: teve 64,2
milhões, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro.
Houve votação até mais tarde porque o ministro Cristiano
Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou o prazo até as 19h. A
decisão foi proferida pouco depois das 17 horas. Como a maioria das urnas já
tinha sido fechada, o ministro esclareceu que a medida valeria apenas para
locais em que as seções eleitorais ainda estavam abertas.
As duas campanhas haviam solicitado ao TSE mais tempo para
os eleitores votarem. A de Lula relatou problemas no transporte público, como
falta de ônibus, redução de frotas e cobrança indevida de passagens. A de
Flávio Bolsonaro pediu a extensão em cinco estados atingidos por fortes chuvas:
Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina. A campanha
de Lula recorreu também ao STF, de onde partiu a decisão mandando estender o
horário de votação em todo o país.
Após a confirmação do resultado da eleição, o presidente do
TSE, ministro Kassio Nunes Marques, confirmou a vitória de Lula e afirmou ter
"toda a segurança no processo eleitoral".
O candidato Flávio Bolsonaro não reconheceu a derrota,
questionou a decisão de Zanin e disse que vai pedir a anulação da eleição.
Para dimensionar a votação após as 17 horas, um levantamento
foi feito para analisar os logs de urna, que registram os eventos que cada
equipamento grava automaticamente durante a votação. É como um "diário de
bordo" da urna, no qual é possível saber o momento em que ela foi ligada,
os horários dos votos e quando a votação terminou. Nesses arquivos não é
possível saber para quem os votos foram dados.
Das 35.521 confirmações de votos registradas após as 17h no
país, 30.866 estão em seções cujos dados foram conferidos com os boletins de
urna e cuja transmissão aparece como “Totalizado”.
O que mostram os arquivos das urnas
O levantamento reúne informações de 497.897 seções
eleitorais. Os dados foram extraídos dos chamados logs, arquivos que registram
os eventos ocorridos durante o funcionamento das urnas e seus horários.
Existem três conjuntos diferentes de arquivos: os boletins
de urna (BUs), os Registros Digitais do Voto (RDVs) e os logs. O BU apresenta o
resultado da seção; o RDV armazena os votos sem identificar os eleitores; e o
log registra o funcionamento da urna.
As confirmações de voto para presidente após as 17h somam um
total de 35.521 e se dividem em:
30.866 em seções com transmissão identificada como
“Totalizado”;
4.655 em seções pendentes de validação, ainda em análise;
Falta de ônibus e chuvas motivaram pedidos das campanhas
A campanha de Lula apresentou pedidos ao TSE e ao STF para
estender a votação em municípios afetados por problemas no transporte público.
Segundo a petição, eleitores que dependiam de ônibus e
outros meios de transporte coletivo enfrentaram dificuldades para chegar aos
locais de votação. Os relatos incluíam redução da frota, longas esperas e
cobrança indevida de passagens.
Em São Paulo, a campanha de Lula disse que cerca de 60% dos
ônibus estavam em circulação na capital, apesar de determinação judicial para
disponibilização de toda a frota (100%). Também foram relatados problemas de
transporte em Alagoas, Pernambuco, Roraima, Piauí, Paraíba, Pará e Rio de
Janeiro.
A campanha de Flávio, por sua vez, pediu ao TSE a
prorrogação da votação por duas horas em municípios de Minas Gerais, Rio Grande
do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina. O pedido citava fortes chuvas,
enchentes e falta de energia em locais de votação.
Zanin determinou a extensão até as 19h em todo o país e,
posteriormente, esclareceu que a medida se aplicava às urnas que ainda estavam
abertas no momento da decisão. A totalização dos votos foi interrompida por
causa da decisão e retomada só após as 19h.
Apuração e
totalização dos votos são etapas diferentes. A apuração é feita individualmente
em cada urna. Encerrada a votação, cada equipamento contabiliza os votos
registrados naquela seção eleitoral e gera o respectivo Boletim de Urna (BU). A
totalização é a etapa seguinte, quando as apurações das urnas de todo o país e
do exterior são reunidas e somadas. São geradas então as totalizações, que são os
resultados da eleição.
ELEIÇÕES: Em virada histórica, Lula vence Flávio Bolsonaro e será presidente pela 4ª vez
Após forte mobilização nas ruas e nas redes, presidente
superou derrota do 1º turno e venceu uma eleição acirrada. Petista terá pela
frente forte oposição no Congresso e o desafio de equilibrar as contas públicas
após ampliar gastos durante a campanha eleitoral.
Em uma eleição acirrada e marcada por uma virada inédita,
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25) presidente da
República e conquistou seu quarto mandato à frente do Palácio do Planalto.
Às vésperas de completar 81 anos, o que ocorrerá amanhã,
terça-feira (27/10), o petista se tornou, ao derrotar Flávio Bolsonaro (PL), o
primeiro presidente da história do Brasil a ser eleito quatro vezes pelo voto
popular.
A confirmação da vitória de Lula foi feita pelo sistema do
Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 21h08, quando 97% das urnas já tinham
sido apuradas. Àquela altura, Lula tinha 51,74% e Flávio tinha 48,26%.
O quarto triunfo de Lula ocorre mais de duas décadas depois
de chegar ao poder pela primeira vez, em 2002.
A virada histórica se deu após uma forte mobilização da
campanha do petista, nas ruas e nas redes sociais.
No quarto mandato, Lula terá grandes desafios, como lidar
com uma forte oposição no Congresso Nacional e equilibrar as contas públicas
após ampliar benefícios durante campanha eleitoral e prometer reforçar
programas sociais.
Um dos fundadores do PT, Lula foi eleito presidente em 2002,
reeleito em 2006 e voltou ao Planalto em 2023, após vencer Jair Bolsonaro, pai
de Flávio, nas eleições de 2022.
Sua trajetória também foi marcada por três derrotas
presidenciais, condenações posteriormente anuladas pelo Supremo Tribunal Federal
(STF), 580 dias de prisão e o retorno à disputa eleitoral.
A nova vitória consolida Lula como o principal personagem da
política brasileira no século 21. E garante ao petista mais quatro anos na
chefia do Poder Executivo.
Depois de ficar atrás de Flávio no primeiro turno, 47% a 45%
dos votos válidos, o petista protagonizou uma virada histórica na segunda etapa
da disputa eleitoral.



